Construindo personagens....

Olá leitores imaginários (gosto de pensar que estou escrevendo para alguém, mesmo que não tenha muita gente lendo), então hoje eu vim com um tema diferente, 

Na última postagem eu estava de mal humor com meu TCC, mas agora estou caminhando da para o fim do prazo de escrita.... e claro ainda não entrei em parafuso, não ainda....

E hoje eu fiquei com vontade de falar sobre a construção de personagens, e embora eu não seja ainda uma escritora de renome (lenbrem-se de mim daqui alguns anos hehehehe) vim aqui dar uma humilde contribuição.... 

Há um tempinho atrás eu havia lido o livro "Como narrar uma história" da Sílvia Adela Kohan, que infelizmente não lembro onde guardei (choro) ou se perdi. Enfim, ele nós dá ótimas dicas para quem é inexperiente e quer aprender a construir contos e narrativas literárias.

Um dos capítulos se trata sobre o personagem. A autora descreve que o personagem possui três dimensões que devem ser conhecidas pelo autor:


  • a dimensão física;
  • a dimensão social;
  • e a dimensão psicológica.


Quando o autor domina bem esses três eixos, ele consegue construir um personagem. Quanto mais profundo e complexo um personagem mais interessante ele se torna, um personagem raso e superficial não desperta muito o interesse do leitor. O personagem deve de alguma forma fazer com que o leitor se identifique com ele.

Isso é muito interessante, pois as pessoas criam vínculos interessantes com os personagens, eu por exemplo, amo vários e se pudesse adotava todos para mim *-*. Mas acho que ninguém mais tem um envolvimento tão forte com o personagem quanto o autor da história, uma relação que pode transitar do amor ao ódio, da cumplicidade a falta de interesse. Pessoas como Stephen King e George Martin me vem a cabeça nesse momento, e por falar em Stephen, futuramente irei falar dele e sobre uma de suas obras que estou lendo no momento: On Writting só posso adiantar que é maravilhosa!

Mas acho perfeito quando o personagem beira ao real ao ponto de parecer ter existido de verdade. 
Um exemplo desse tipo personagem que me vem muito a mente é Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doylan. Não cheguei a ler todos os livros, mas o que percebi é que seu personagem é tão complexo e bem construído que já cheguei a imaginar que ele havia realmente existido de real que ele me parecia. E isso é realmente muito invejável, mas com muita pratica, vontade e é claro diversão, um escritor novato pode construir o seu.

Eu sei que temos uns personagens que já existem que gostamos muito por aí, mas te digo, estimado leitor, nada se compara ao criar um personagem só seu.... 

Eu e minha cria, Nina,,,,

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